domingo, 12 de junho de 2011

Por quem os sinos dobram


Prossigamos despidos de todas as amarras que nos prendem aos nossos ensinamentos rudimentares e paradigmas “engessados”. Façamos como Ernest Hemingway no seu livro “Por quem os sinos dobram”, sabendo discernir entre todos os lados. Entre o bem, o mal e o neutro (para mim, em última análise, o neutro é o mal ao avesso – mas não se importem muito eu passei a ser um inveterado questionador. Os tolos chamam a tais, “rebeldes sem causa”- e os tolos porventura entendem de causas?).

Façamos o seguinte: hoje, questione sinceramente as suas convicções com as outras opiniões e ao final com os fundamentos práticos e subjetivos dos nossos ascendentes (tão menosprezados por essa geração de pessoas superficiais, vazias e limitadas) e sempre defenda, com firmeza, seus pontos de vista que sejam coerentes com seus princípios reformulados por você.

No âmbito geral o que hoje é (na aparência) talvez não o seja de verdade. O que ontem foi (algo de ruim ou de bom), talvez agora não seja mais. Pensem, questionem esse mundo indutor, busquemos agora as razões primeiras – não aquelas nos transmitidas nos redutos que nos cercam por pessoas maquiavélicas e pequenas , desprovidas de um mínimo de espiritualização positiva – nuvens sem água, que o vento da verdade em pouco tempo deteriora.

Alberto Magalhães

(POR QUEM OS SINOS DOBRAM - Acima de tudo o livro trata da condição humana. O título é referência a um poema, e invoca o absurdo da guerra, como a guerra civil, travada entre cidadãos de um mesmo país. "Quando morre um homem, morremos todos, pois somos parte da humanidade”/ Fonte: wikipedia). Alberto Magalhães